Brazil Energy Frontiers

Nos próximos anos o setor elétrico passará por grandes transformações. A inserção crescente de geração distribuída, de veículos elétricos, de baterias e de equipamentos dotados de interconexão digital (“Internet das Coisas”) alterarão o perfil da produção e do consumo de energia elétrica. A ampliação da liberdade de escolha viabilizará uma crescente concorrência e inovação na comercialização de energia. 

Tais transformações exigirão mudanças em todos os elos da cadeia de valor do setor:

  • o padrão de operação horossazonal precisará ser incorporado ao planejamento da expansão em função do aumento de participação de fontes renováveis variáveis na matriz elétrica;
  • a capacidade de gerar energia de forma flexível, sob demanda, e de prestar serviços auxiliares tornar-se-á cada vez mais importante;
  • as redes de transmissão e distribuição terão que ser modernizadas para lidar com um padrão mais variável de fluxos elétricos;
  • as distribuidoras poderão assumir um papel cada vez mais importante na coordenação da operação local e como DSOs (Distribution System Operators); e
  • comercializadores e outros prestadores de serviços poderão oferecer uma gama de novos produtos e serviços ao consumidor final. 

Nesta 5ª edição do Brazil Energy Frontiers abordaremos estas questões a partir de duas perspectivas. 

No período da manhã examinaremos estes temas a partir do ponto de vista da oferta de energia, tratando de questões como:  

  • Qual é a perspectiva para a expansão da geração centralizada?
  • Que tipo de geração será mais demandado neste novo contexto?
  • Quais adequações são necessárias nas redes de transmissão e distribuição para acomodar esta nova realidade?
  • Como o planejamento e operação precisam ser adaptados para lidar com esta nova configuração do sistema elétrico?
  • Quais são as adequações necessárias no mercado atacadista? 

Já no período da tarde estes temas serão examinados sob a perspectiva dos consumidores de eletricidade. As inovações tecnológicas que possibilitam que o consumidor participe do mercado de energia de forma mais ativa – seja produzindo energia, seja gerenciando o seu consumo – e que originam uma série de reflexões:

  • Como serão os consumidores do futuro e como reagirão diante das novas opções de oferta e consumo?
  • Como a introdução da figura de prossumidor (consumidor que também produz eletricidade) alterará a dinâmica do setor?
  • Qual será o papel de cada um dos agentes (principalmente dos Distribuidores e dos Comercializadores) neste novo contexto?
  • Quais são as mudanças regulatórias que precisam ser feitas para se chegar ao futuro desejado? 

Junte-se a nós e venha refletir sobre estas questões no dia 23 de outubro, em São Paulo. Inscreva-se clicando aqui.

 

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